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Vereadores de Porto Velho intensificam disputa por vagas na Assembleia Legislativa em 2026

Vereadores de Porto Velho intensificam disputa por vagas na Assembleia Legislativa em 2026 - vereadores de Porto Velho Assembleia Legislativa 2026

Pré-candidaturas de vereadores da capital prometem uma eleição estadual marcada por forte competição interna e estratégias eleitorais definidas

A corrida para a Assembleia Legislativa de Rondônia em 2026 já movimenta o cenário político de Porto Velho, com onze vereadores da capital anunciando pré-candidaturas e enfrentando disputas internas intensas dentro de seus partidos.

A eleição estadual de 2026 em Rondônia começa a ganhar forma com a confirmação de onze vereadores de Porto Velho como pré-candidatos à Assembleia Legislativa. A disputa promete ser acirrada, não apenas entre partidos diferentes, mas também dentro das legendas, que apresentam chapas competitivas e estratégias bem definidas para conquistar votos.

O Avante desponta como um dos partidos com maior tensão interna, devido à presença de nomes fortes como o deputado estadual Marcelo Cruz e o Dr. Ferrari. Na capital, os vereadores Marcos Combate, Zé Paroca, Breno Mendes e Geovani Ibiza participam da corrida, o que deve gerar uma intensa competição pela preferência dos eleitores. A expectativa é que o partido eleja entre dois e três deputados estaduais, mas a disputa interna será decisiva para definir os candidatos que ocuparão as vagas.

O Partido Novo aposta em manter sua representação com o deputado Luiz do Hospital, referência na região de Jaru, e busca ampliar sua bancada com o vereador Gilber Mêrces, que tem crescido politicamente em Porto Velho. Outro nome da nominata da capital é Pedro Geovar. A legenda mira conquistar duas cadeiras na Assembleia Legislativa, com Mêrces sendo apontado como um dos candidatos mais competitivos da capital.

No Republicanos, a disputa interna também promete ser intensa. O partido conta com o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Alex Redano, como principal puxador de votos, além do pastor Ivanildo, que deve receber suporte do líder religioso Edir Macedo, cuja influência tem crescido em Rondônia. A legenda pode eleger até três deputados estaduais, mas nomes como Márcio Pacelle, Fernando Silva, Adalto de Bandeirantes e Cássia dos Muletas brigam por espaço, consolidando uma verdadeira “guerra eleitoral” interna.

O PSD surge como uma das chapas mais estruturadas para a disputa estadual. O vereador Everaldo Fogaça tem uma posição confortável e é um dos principais nomes da legenda, que projeta eleger até quatro deputados. Além de Fogaça, os puxadores de votos são Cássio Gois e Laerte Gomes. Outros candidatos conhecidos, como Jurandir Oliveira, Eyder Brasil, Coronel Vital e Dr. Fábio, também compõem a nominata, tornando a disputa interna equilibrada e competitiva.

No PRD, o vereador Dr. Santana representa a Câmara Municipal de Porto Velho e busca espaço na Assembleia. O partido ainda está em processo de formação da nominata estadual e trabalha para fortalecer alianças regionais. No entanto, as chances de Dr. Santana são consideradas reduzidas diante da presença de deputados estaduais consolidados e da liderança do ex-deputado Carlos Magno.

Embora as articulações estejam avançadas, o cenário eleitoral ainda pode sofrer alterações até as convenções, devido a possíveis mudanças partidárias e a entrada de novas lideranças, especialmente militares que podem se filiar apenas no período oficial. O protagonismo de Porto Velho na disputa estadual é evidente, com vereadores buscando ampliar sua influência política e partidos travando batalhas internas intensas por cada vaga na Assembleia Legislativa de Rondônia.

Contexto

A eleição para a Assembleia Legislativa de Rondônia em 2026 está marcada por uma forte movimentação dos vereadores de Porto Velho, capital do estado. A presença de onze pré-candidatos vindos da Câmara Municipal evidencia a importância da capital na política estadual. Os principais partidos, como Avante, Partido Novo, Republicanos, PSD e PRD, apresentam estratégias distintas e enfrentam desafios internos para consolidar suas chapas. O cenário político ainda está em formação, com possibilidade de mudanças até as convenções eleitorais, refletindo a dinâmica e competitividade da política local.

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