TUDO ARMADO: GRUPO DE POLÍTICOS “SEM ROSTO” ARTICULA SAÍDA DA SANTA CASA POR INTERESSES OBSCUROS
Um grande movimento de bastidores, no sentido de expulsar a Santa Casa da cidade de Vilhena, estaria sendo articulado por pessoas de um grupo, ligadas à Sesau e vereadores locais. Segundo fontes próximas da área da saúde, a articulação seguiu um “ritual” estratégico e busca culminar com o afastamento da instituição.
O impasse que vem ocorrendo nos últimos meses envolvendo a Chavantes, sobre pagamentos a médicos e fornecedores, não seria um reflexo de má gestão. Os números oficiais de posse da instituição, são reveladores. E tudo parece se encaixar bem depois de todos os imbróglios que ocorreram e que ninguém entendia a raiz do problema.
Culpar a Santa Casa sendo que ela não vem recebendo integralmente os repasses para poder cumprir as obrigações contratuais com alguns fornecedores e médicos e não assumir a falta de responsabilidade com o contrato, leva à teoria de que há, de fato, uma estratégia para enfraquecer a instituição e, com isso, conquistar a opinião pública para o grande motivo por trás de tudo isso. Afastar a Santa Casa para colocar outra instituição do “interesse” de algumas pessoas que não conseguiram benefícios políticos ou financeiros através da entidade.
Basta juntar todas as informações recentes para ver que não se trata de uma teoria da conspiração, mas, de um plano arquitetado em detalhes para atingir objetivos obscuros. Corre nos bastidores da política que o governo de Rondônia, aquele com o dedinho podre para a saúde, já “acertou” com a OS GRASP SAÚDE, cuja estrutura é completamente desconhecida na região e, principalmente, sua qualificação para gerir uma estrutura complexa e dinâmica como o Hospital Regional de Vilhena, além da UPA e Instituto do Rim.
A reunião que houve na sexta feira passada para discutir quem vai assumir o HRV, mostrou que o impasse está longe de terminar, apesar de o prazo contratual estar fora das cláusulas, o governo – que já provou seu dedinho podre para a área da saúde – tenta dar uma “última cartada” (pra não sair tão incompetente), aproveitando que agora a “noiva” está pronta para o enlace. O governo cresceu o olho diante de uma unidade enxuta, organizada e que só não está melhor por culpa da própria Sesau.
Vale lembrar que a última OS contratada pela Sesau para gerir o hospital de Guajará Mirim, por exemplo, acabou em prisões de pessoas, com algumas consideradas foragidas. Se tudo “der certo” para o grupo sem rosto, Vilhena pode perder uma instituição séria, que tem mais de 32 projetos em todo o país e que transformou a saúde de Vilhena. Basta ver os números que até mesmo autoridades que criticam a entidade, reconhecem como verdadeiros e impactantes.
Os desdobramentos deste movimento definirão o destino da saúde de Vilhena, que dentro de 50 dias, pode sofrer um trauma, perdendo os avanços conquistados e retornando ao passado de caos e falta de serviços de saúde que assombraram a população até 2022.
FONTE: REDAÇÃO- REVISTA REFLEXO POLITICO

