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Marcos Rocha: O fim precoce de um governo que nunca começou

Acusações de corrupção, promessas não cumpridas e gastos questionáveis em viagens internacionais marcam o fim melancólico de um mandato que prometia transparência e mudanças

Finais de governo, quando não existe uma harmonia entre o titular e seu vice, costumam ser turbulentos, mas isso só ocorre no ano da eleição. Em Rondônia, uma série de trapalhadas políticas, incompetência administrativa e ações autofágicas, estão antecipando com muita ‘m*erda do ventilador’ o fim de um governo que na verdade, nunca começou.

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O governo de Marcos Rocha, iniciado em 1º de janeiro de 2019 deixa um legado de controvérsias, crises autogestionadas e promessas não realizadas. Eleito com a bandeira do combate à corrupção e da eficiência administrativa, o coronel da reserva da Polícia Militar, filiado ao União Brasil, enfrentou ao longo de seus dois mandatos uma série de escândalos que abalaram sua credibilidade.

Denúncias graves envolvendo seu ex-chefe da Casa Civil, José Gonçalves da Silva Júnior, conhecido como Júnior Gonçalves, que também preside o União Brasil em Rondônia, acusações de gastos exorbitantes em viagens internacionais de questionável retorno e a ausência de avanços estruturais, como a construção de um hospital de emergência, marcaram uma gestão desastrosa, cujo único resultado serão longos processos criminais nos próximos anos.

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